Caso Clínico: OSTEOPATIA COMO ALTERNATIVA PARA MELHORA DA QUALIDADE DE VIDA
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Hoje em dia, muito tem se falado sobre qualidade de vida, porém, muitas pessoas nem sabem o quão é complexo esse contexto.

O conceito de qualidade de vida vai muito além do que pensamos, envolve saúde física, estado psicológico, nível de independência, relações sociais e ambientais. Resumindo, podemos dizer que existem aspectos biopsicossociais envolvidos no conceito de qualidade de vida.

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Considerando todas essas variáveis, podemos perceber que para que um indivíduo tenha uma boa qualidade de vida, precisa da manutenção de vários aspectos que influenciam sobre isso.

Muitos pacientes que possuem dor em algum local do corpo, podem ter seu cotidiano comprometido e, com isso, um déficit de qualidade de vida. Até então, é fácil entender que esses pacientes podem buscar a osteopatia como alternativa e então se reestabelecer.

Porém, uma grande parcela de pacientes que possui um transtorno que não seja musculoesquelético, ainda não tem o conhecimento de que podemos ajuda-los com osteopatia, isso os leva a buscar outras alternativas como o uso de medicamentos, que por várias vezes perturba outros sistemas e pode deixar o indivíduo dependente dos remédios.

Algo muito comum entre a população e que geralmente é tratado com uso de medicamentos são os distúrbios do sono. Em meio à situação atual é frequente que os pacientes apresentem desordens emocionais com consequente alteração na qualidade do sono, isso parece simples, mas na verdade pode gerar várias repercussões negativas sobre o organismo, visto que o sono é um alimento importante para o ser humano.

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CASO CLÍNICO:

Paciente, 73 anos, mulher. Chegou à consulta com queixa de dor no quadril esquerdo, mais especificamente na região inguinal esquerda, com suspeita de possível hérnia nesta região.

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A paciente relatou a prática regular de atividade física, apresentou boa força muscular e boa forma.

Quando questionada sobre as funções cotidianas, relatou se sentir sem energia para suas atividades de vida diária e, ressaltou que não consegue dormir mais do que três horas por noite. Além disso, apresentou alguns sinais de hiperatividade simpática, como mãos frias, sudorese excessiva e pupilas dilatadas.

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Na avaliação de ausculta geral foi identificado padrão emocional. Quando avaliados os pontos de ausculta do sistema craniossacral foi evidenciado disfunção em mais do que três deles.

Devido aos achados, foi realizado o protocolo de dez passos da terapia craniossacral, além de manipulações viscerais na região do fígado, pâncreas e baço buscando melhora da vitalidade e imunidade do organismo.

Três dias após o atendimento, a paciente relatou maior tempo de sono com melhora da qualidade do mesmo, se sentindo mais disposta durante o dia a dia, além de relatar considerável melhora no sintoma da região inguinal. Consideramos então que está havendo um reestabelecimento da homeostasia corporal: a Auto Cura!

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